Comitê da Cultura de Paz

150º Fórum do Comitê da Cultura de Paz e Não Violência

 

CULTURA DE PAZ – UM HORIZONTE EM PERMANENTE CONSTRUÇÃO
 
Live em celebração do 150º Fórum de Cultura de Paz e Não Violência

Participação especial de: Marlova Jovchelovitch Noleto, Leoberto Brancher e Lia Diskin

Apresentação: João Signorelli

 

Marlova Jovchelovitch Noleto - Diretora e representante da UNESCO no Brasil; mestre em Serviço Social. Foi bolsista da Fundação Kellogg, da Eisenhower Exchange e da Federação Suiça de Assistentes Sociais. A convite da Aliança Brasil-Índia aprofundou seus estudos sobre “Ahimsa” – não violência – e a filosofia de Gandhi, na Índia. Foi presidente do Conselho Nacional de Assistência Social. Autora e coautora de livros sobre Educação e Cultura de Paz.

Leoberto Brancher  – Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, com atuação na área da Justiça Restaurativa. Coordena o Núcleo de Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, e integra o Comitê da JR do Conselho Nacional de Justiça. É professor da Escola da Magistratura de RS; voluntário do projeto “Círculos em Movimento” com apoio institucional da UNESCO – Criança  Esperança.

Lia Diskin - Formada em Jornalismo com especialização em Crítica Literária, é cofundadora da Associação Palas Athena e coordenadora do Comitê da Cultura de Paz – uma parceria UNESCO e Palas Athena. Autora e coautora de uma dezena de livros, entre eles: “Vamos ubuntar? – um convite para cultivar a paz” (UNESCO) e “Redes de convivência” (SENAC). Palestrante na Organização das Nações Unidas na instalação do 2 de outubro como Dia Internacional da Não Violência.


13 de agosto de 2021 • sexta-feira • 18h30
YouTube da Palas Athena
www.youtube.com/palasathenabrasil 
Atividade acessível – Tradução em Libras


 “Quando a UNESCO promove uma cultura de paz, percebe-se logo que a âncora dessa busca é a educação, pois a conquista da paz pressupõe, entre outros, o direito à educação. É por intermédio dela que reside a esperança da formação de mentes verdadeiramente democráticas. Foi pensando nisso que em 2000, no Ano Internacional da Cultura de Paz, a UNESCO lançou o Manifesto 2000   – Respeitar a Vida, Rejeitar a Violência, Ser Generoso, Ouvir para Compreender, Preservar o Planeta e Redescobrir a Solidariedade  –, procurando gerar em cada pessoa um compromisso com esses princípios para a construção da paz em seu entorno.”
Marlova Jovchelovitch Noleto

“Há quase dois anos convivemos com um vírus que nos retira o fôlego e exige atenção ao sistema respiratório. Ao focar, real e simbolicamente, no fluxo de trocas vitais que conecta nossa interioridade física e emocional com o meio ambiente e nossos relacionamentos, esse vírus, sob ameaça letal, nos desafia a um hiato reflexivo para respirar um ar renovado, vívido e essencial em termos de valores, atitudes e modos de relacionamento. Mas, frente às nossas turbulências existenciais, será mesmo à paz que aspiramos?”
Leoberto Brancher